quinta-feira, 25 de abril de 2013

Música do mundo | Parte 01





Objetivo:

Meu objetivo principal ao escrever esse estudo é me posicionar a respeito do assunto, “música do mundo” ajudando os pastores com rebanho ou qualquer pessoa que tenha alguma duvida a respeito, a somarem mais conhecimento a suas ovelhas e a suas vidas. Dizendo-lhes um posicionamento ético, histórico e bíblico sadio a respeito desse tema, uma vez que acho muito fácil e vago alguém dizer: “o Cristão pode ouvir de tudo, é questão de discernimento” e deixar para os pastores cuidarem dessa teoria jogada ao vento, será que não devemos nos preocupar que temos Cristãos nos templos que nem sabem ao certo o que significa essa palavra. E se é questão de discernimento, será que não temos? Vamos pensar um pouco.
Olho para o contexto do culto e vejo que ali temos um momento de agradecimento a Deus pelo que Ele nos deu na semana, onde vemos e temos comunhão santa com nossos irmãos que são o corpo de Cristo, nunca vi em nenhuma Igreja (templo) sendo ministrados nenhuma música do Renato Russo, ou qualquer outro tipo de musica que por discernimento foi envolvida no culto mesmo não sendo inspirada pelo espirito santo.
A resposta para mim é obvia, nós temos esse discernimento, você tem esse discernimento, sabemos que não podemos fazer na igreja (templo), afinal na igreja (templo) tenho que fazer tudo que me edifica eu tenho que sair dali cheio. Esse é exatamente o ponto – Existe algo muito errado com o conceito de pós-modernidade do evangelho.
Início com essa pequena narrativa de objetivo o pior defeito do Cristão do nosso século. Ele vai à igreja (templo), ele não é a Igreja (Corpo de Cristo).

 



Introdução:


Nos dias de hoje música do mundo e o próprio mundo tem sido um tema esquecido nas igrejas, mas fundamentalmente vivido por ovelhas de todo o mundo, fora do Brasil infinitamente mais do que aqui, todas as vezes que encontramos um tema tão polemico como esse, onde a opinião é bem divergente, encontramos a pergunta fundamental.
Por que não posso ouvir? Me de uma “base bíblica” para justificar o fato de que música do mundo é pecado.
Realmente em todas as escrituras não acharemos um texto dizendo: “não ouviras musica mundana” isso é fato, eu não posso externar nas pessoas algo que eu não gosto, somente por que fez parte do meu testemunho, ou por que a música me lembra de tudo que me afastava de Deus, ai começa: Eis que te digo de onde eu vim ouvia muita musica mundana, fazia isso ou aquilo e etc. Concordo com essa narrativa, não podemos externar mesmo tal conceito como regra de fé e pratica só por que não gosto de algo.
Posso dizer em poucas palavras meu motivo e opinião, não ouço musicas que não foram inspiradas pelo espirito santo, pois a cada 1 minuto de ouvir algo que não me edifica perco 1 minuto de adoração a Deus e edificação. Logo que Deus me deu tudo quero dar tudo para Ele.
Esse é o meu motivo - Não posso colocar isso forçado na cabeça de todos os seres humanos do mundo, existem aqueles que concordam comigo já tem outros que não. Não é pecado pensar diferente de mim, e nem de você.
Quero fazer um pedido, embarque comigo até o fim nesse oceano de conhecimento e pesquisa sobre o assunto, e vamos juntos encontrar a resposta certa para esse tema.

Considerações importantes:


Para que o tema seja discutido de maneira correta precisamos separar em duas parte.
1- Música do mundo: Que fala do mundo e agride a bíblia tais como musicas satanistas “to fazendo amor com outra pessoa” etc. Essa definitivamente é pecado e desagrada a Deus.
2- Música secular: Canções que não agridem o evangelho diretamente como: “é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã” Renato Russo – Em primeira vista não agride o evangelho e não faz você pecar de forma alguma.
Falando sobre esses pontos quero destacar considerações importantes de um estudo que fiz sobre: por que o Cristão não deve ouvir “música do mundo” e sendo esse termo utilizado para rotular qualquer música que não foi inspirada pelo espirito santo até as heresias que são cantadas pela igreja.
Música do mundo – por Bruno De Paola | Parte 01

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